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zura

domingo, 30 de maio de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

COMPRAS

Comércio eletrônico é confiável para 86,3% Publicado em 04/02/2010 por Redação Estudo mostra que o consumidor brasileiro está mais preparado para comprar via web. Em 2009 o nível de satisfação foi superior ao de países como EUA Comércio eletrônico é confiável para 86,3% As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede. Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 1.4 milhão de questionários de janeiro a dezembro do ano passado e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) índice de confiança. O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o comércio eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países como os Estados Unidos, por exemplo. “A variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais, greve de operadores logísticos, enchentes e outros imprevistos”, diz. O diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) Gerson Rolim comemora a consolidação de sua previsão feita em novembro de que a média de satisfação do ano ficaria acima dos 85%, padrão considerado pela camara-e.net como sendo de excelência para o varejo eletrônico. “Nos Estados Unidos, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil, a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das compras pela Internet, principalmente num país com dimensões continentais como o Brasil, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a 80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência do segmento”, afirma. Somente no mês de dezembro foram coletados pela e-bit 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação. De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhões no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhões. Média do ano ficou 1,3 ponto percentual acima da marca considerada pela camara-e.net como patamar de excelência para as compras pela Internet Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Segundo ele as lojas virtuais tiveram que se programar para atender todas as demandas e mesmo assim tivemos uma redução no índice de satisfação. “Sem uma estrutura robusta e logística preparada para atender o aumento expressivo da demanda, ficaria difícil entregar tantos pedidos no período natalino. O volume de compras nessa época é intenso, já que as pessoas têm o hábito de dar muitos presentes, tanto para amigos, quanto para familiares. Por isso, um planejamento antecipado por parte das lojas e seus fornecedores de logística é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas”, afirma Guasti. Nas pesquisas colhidas pela e-bit para apurar o Índice de Confiança do e-Consumidor as pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

indicação

A nova tendencia de compra da internet, é compra em sites de indicação um novo publico que esta se formando, é aquele que prefere fazer sua compra em blogers de amigos,pois considerem confiaveis. Para fazer sua compra com tranquilidade. Enxergamos no nosso dia a dia (com os dois olhos) o crescimento sem precedentes da Internet e algumas tendências advindas desta. Vou apresentar-lhes uma delas que está surgindo em várias partes do mundo de forma isolada, mas que promete promover uma mudança completa na forma como compramos na internet – o Comércio Social. O brasileiro sempre foi um povo gregário e que adora inovações. Com a chegada da web, tais características só se potencializaram, fazendo com que muitos aderissem em larga escala e de imediato, principalmente no tocante às redes sociais. É fácil perceber isso por meio do Orkut, que é completamente dominado por brasileiros. Nosso povo passa mais tempo no Orkut do que no seu e-mail, sendo que esta rede social é o site mais acessado do país. Uma vez que somos assim, de que forma as empresas podem se aproveitar disso para aumentar seus lucros e receita? A resposta está em utilizar os conceitos das redes sociais para promover lojas de comércio eletrônico. O Comércio Social se mostra muito lucrativo para empresas e tem boa receptividade perante o consumidor. O publicitário Nizan Guanaes disse certa vez que haveria cada vez mais conteúdo na propaganda e cada vez mais propaganda no conteúdo. Os limites entre conteúdo e propaganda estarão cada dia mais tênues. Lembra-se do genial “Free Jazz Festival”? Um dos melhores exemplos que me lembro para exemplificar tal citação. Aug 27 Comércio Social - a nova tendência do Comércio Eletrônico August 27th, 2009 posted by Conrado Adolpho Add comments Outro dia, li um artigo que falava sobre os “coolhunters” – em bom português, caçadores de tendências. Parece uma profissão futurista ou algo saído de filmes hollywoodianos (ou bollywoodianos, para ser mais “cool”). Os coolhunters, porém, são profissionais que detectam aquilo que, parafraseando Klee, um olho vê, o outro sente. Tais tendências se delineiam sutilmente nos tecidos de nossas vidas e, sem que percebamos de forma concreta como tudo aquilo começou, tomam forma e se definem como um hábito. Os coolhunters buscam exatamente tais pequenas oscilações sociais que iniciam uma tendência macro. Mark Penn, no seu livro “Microtendências”, apresentou-nos algumas das tendências mundiais que hoje se definem e influenciam mercados e instituições. Criar as estratégias de sucesso significa detectar tendências Enxergamos no nosso dia a dia (com os dois olhos) o crescimento sem precedentes da Internet e algumas tendências advindas desta. Vou apresentar-lhes uma delas que está surgindo em várias partes do mundo de forma isolada, mas que promete promover uma mudança completa na forma como compramos na internet – o Comércio Social. O brasileiro sempre foi um povo gregário e que adora inovações. Com a chegada da web, tais características só se potencializaram, fazendo com que muitos aderissem em larga escala e de imediato, principalmente no tocante às redes sociais. É fácil perceber isso por meio do Orkut, que é completamente dominado por brasileiros. Nosso povo passa mais tempo no Orkut do que no seu e-mail, sendo que esta rede social é o site mais acessado do país. Uma vez que somos assim, de que forma as empresas podem se aproveitar disso para aumentar seus lucros e receita? A resposta está em utilizar os conceitos das redes sociais para promover lojas de comércio eletrônico. O Comércio Social se mostra muito lucrativo para empresas e tem boa receptividade perante o consumidor. O publicitário Nizan Guanaes disse certa vez que haveria cada vez mais conteúdo na propaganda e cada vez mais propaganda no conteúdo. Os limites entre conteúdo e propaganda estarão cada dia mais tênues. Lembra-se do genial “Free Jazz Festival”? Um dos melhores exemplos que me lembro para exemplificar tal citação. Redes Sociais são naturalmente desenvolvidas a partir de conteúdo gerado pelo próprio usuário. O que é o Orkut sem a presença dos usuários criando seus perfis, colocando fotos e vídeos? É como uma cidade fantasma, apenas um programa de computador sem nenhum atrativo. Até hoje a grande maioria das lojas virtuais são somente uma vitrine de produtos com um carrinho de compras, porém, imagine se junto a uma loja virtual, você pudesse criar comunidades de marca comentando sobre determinada marca ou produto. Ou se você pudesse vender seus livros usados e utilizar seus créditos para comprar novos ou ainda discutir em um fórum sobre a qualidade ou as diversas formas de utilização de um produto que os membros do fórum compraram. Para os que acham que isso não pode ser possível no mundo em que vivemos atualmente, a Amazon já faz isso há alguns anos. Eles praticam Comércio Social e por isso são os maiores varejistas virtuais do mundo. Você pode estar se perguntando como fazer Comércio Social em uma loja de comércio eletrônico. Parece intangível demais. Primeiramente, é preciso gerar tráfego para uma loja de e-commerce. Não existe Rede Social sem pessoas para torná-la coesa. Atualmente, a melhor ferramenta pra gerar tráfego é o Google. Ter o seu site bem posicionado nas principais palavras-chave do seu negócio (as mais buscadas pelo mercado) é fundamental para gerar tráfego para sua loja. A geração de Tráfego, contudo, não é o suficiente. O Comércio Social se consolida, de fato, quando se planeja a loja virtual baseando-se no conceito de Rede Social e, para isso, é preciso criar o que denomino “colas sociais” – conteúdo relevante que faz com que os usuários tenham motivo para orbitarem em torno da marca ou do site. O Comércio Social é hoje uma tendência que se delineia sutilmente e as lojas virtuais que a seguirem certamente terão muito sucesso em sua empreitada online como uma maneira de diferenciação. Sair do comum, inovar é a fórmula para ter sucesso no atual e caótico mercado. Assim como os coolhunters caçam tendências mundo afora, sua loja pode criá-las. Inove.